Capelas

{slider Capela de Nossa Senhora de Lourdes – Abrunheiro Grande|blue}

Nossa Senhora de Lourdes1Freguesia da Fundada

 

Quase no fim do século passado, sob a viva impressão das recentes Aparições de Lourdes, construiu-se no Abrunheiro Grande uma Capela dedicada a Nossa Senhora de Lourdes. Lançou a ideia e animou a sua realização o P.e Sebastião Aparício da Silva, grande missionário do Extremo Oriente, que ali nascera e então ali se encontrava por ocasião de uma viagem à metrópole.
 
Lançou-se a Primeira Pedra a 17 de Outubro de 1893. Dirigiu os trabalhos o mestre de obras José Ladeiras e fez o altar o entalhador Francisco José Teixeira, respectivamente filhos dos que haviam feito idênticos trabalhos na igreja da Fundada. É Capela bastante grande, embora sem notável valor artístico.
 
Celebram-se ali, anualmente, as festas de S. Marcos, que lá tem também uma Imagem, e de Nossa Senhora de Lourdes, que é Titular daquele santuário mariano (Félix, 1968:326).
 
{slider Capela de S. João Baptista – Vilar do Ruivo |blue}
SÃo Joao BaptistaFreguesia da Fundada
 
Começou por ser um pequeno oratório mandado construir, no século XVIII, no Vilar do Ruivo, pelo P.e João Nunes Leitão natural daquele lugar.
 
Dedicado a S. João Baptista, foi, mais tarde, ampliado pela gente da povoação. Tem sido reparado várias vezes, mas ficou sempre capela pequena e de aspecto muito modesto (Félix, 1968:326).
 
{slider Capela de N. S.ª do Rosário - Cabeça do Poço|blue}
Nossa senhora do RosarioFreguesia da Fundada

 

 

{slider Capela do Bom Jesus dos Milagres - Ribeira|blue}

Bom Jesus dos Milagres 1Freguesia da Fundada

 

{slider Capela de Nossa Senhora da Guia|blue}

Nossa Senhora da Guia 4Freguesia de Vila de Rei
 

 

Talvez por não satisfazerem já a certas aspirações bairristas as tradicionais romarias de Nossa Senhora do Pranto e de S. Sebastião, decidiu um grupo de vilarregenses promover a celebração anual de uma festa mariana que atraísse a Vila de Rei toda a gente da região e muitos forasteiros de outras terras.
 (…)
 
Como, porém, esta Capela era pequena e ameaçava ruína, resolveram demoli-la e construir nova Capela mais ampla e dedicá-la à Senhora da Guia, ficando ali um dos altares reservado a Santo António. Os trabalhos só começaram em 1897. O douramento dos altares terminou dez anos mais tarde. Mas a Capela considerou-se pronta em 1902. A 5 de Setembro de 1903, procedeu à sua bênção o Ven.º Bispo da Diocese, D. Gaudêncio José Pereira, inaugurando-a, seguidamente, com a celebração da Santa Missa e a administração da Confirmação a grande número de fiéis.
 
(…)
 
Tem três altares esta ampla Capela: o altar-mor, dedicado a Nossa Senhora da Guia; o altar lateral da esquerda, consagrado a Santo António; o outro altar lateral veio a ser o da Rainha Santa Isabel (Félix, 1968:317-318).
 
{slider Capela da Quinta das Laranjeiras|blue}
quinta das laranjeiras 2Freguesia de Vila de Rei

 

{slider Capela da Zaboeira|blue}

capela zaboeira 1Freguesia de Vila de Rei

 

{slider Capela de Nossa Senhora da Graça – Milreu|blue}

Freguesia de Vila de Rei
 

 

A devoção a Nossa Senhora sob o título de «Senhora da Graça» – «Mater divinae gratiae» – ascende, em Portugal, pelo menos aos meados do século XIV. Resultante, ao que parece, de um facto extraordinário, não tardou a chegar também à freguesia de Vila de Rei. E a devoção à Senhora da Graça intensificou-se de tal maneira que houve até quem tentasse que a Mãe Celeste passasse a ser, com este título, a Padroeira da freguesia. Foi mais eficaz a ideia de erguer e dedicar uma noca Capela a Nossa Senhora da Graça; e coube essa graça à povoação do Milreu – a maior povoação da freguesia de Vila de Rei (Félix, 1968:313-314).

 

{slider Capela de Nossa Senhora da Saúde - Lavadouro|blue}
nossa senhora da saude 2Freguesia de Vila de Rei

 

{slider Capela da Nossa Senhora das Dores|blue}

nossa senhora das dores 2Freguesia de Vila de Rei

 

Construiu-se esta Capela, a cerca de 12 quilómetros de Vila de Rei, junto do casal da Borda da Ribeira da Louriceira, a expensas e para utilidade das povoações mais próximas, de uma e outra margem da ribeira. Começaram os trabalhos no tempo do Pároco P.e Francisco Correia Ventura; e veio a ser benzida e inaugurada, no último Domingo de Outubro de 1921, pelo P.e José Martins Rolo, pregando na Festa o P.e Pedro Lourenço Viana, Pároco e Arcipreste de Vila de Rei.

 
Em 1956 ampliou-se esta Capela, alongando-o mais 205 m e fazendo-lhe um coro. Em 1964, melhorou-se ainda mais, substituindo o primitivo altar de madeira por outro de cantaria (de Tomar), alteando-lhe as paredes e cobrindo-a com um novo telhado Marselha (Félix, 1968:320).
 
{slider Capela de Nossa Senhora de Fátima – Melriça|blue}
nossa senhora de fatima 1Freguesia de Vila de Rei
 
Após a Ordenação do Rev. P.e João Gaspar e Silva, em 27 de Julho de 1924, tomou seu pai, António Gaspar e Silva, a iniciativa da construção de uma capela na sua terra natal, a pequena povoação da Melriça, situada numa das pregas da Serra do mesmo nome a cerca de 5 quilómetros de Vila de Rei. O pequeno santuário considerou-se pronto em 1927, vindo a ser benzido e inaugurado, em Dezembro desse ano, pelo então Pároco e Arcipreste de Vila de Rei, Rev. P.e Rafael Jacinto.
 
Servindo poucas vezes depois de 1936, dentro em pouco se deteriorou toda a madeira do soalho, do tecto e do altar. Foi restaurada em 1961: altar e pavimento em cimento e novo telhado com telha marselha e vigamento de eucalipto (Félix, 1968:320).
 
{slider Capela de Nossa Senhora de Fátima –Seada|blue}
IMG 4209Freguesia de Vila de Rei

 

{slider Capela de Nossa Senhora do Pranto|blue}

Nossa Senhora do Pranto 1Freguesia de Vila de Rei

 

A Oriente e a cerca de meio quilómetro de Vila de Rei e mais perto ainda do Vale de Grou, banqueja a Capela de Nossa Senhora do Pranto no cume de uma graciosa colina revestida de pinheiros vulgares e coroada de pinheiros mansos – as famosas pinheiras de Nossa Senhora do Pranto. Harmonizam-se admiravelmente o local e a titular da Capela, porque um e outra nos lembram o Calvário…

Segundo uma antiga tradição, aquelas pinheiras teriam sido semeadas por dois religiosos que ali viveram. Mas é provável que devam a existência ao famoso farmacêutico Francisco José de Moura, conceituado vilarregense do século passado, a quem se devem os «bancos murados» que contornam o adro da Capela.
 
O pequeno santuário é muito antigo e foi já ampliado e muitas vezes reparado.
 
(…)
 
Julgamos que a devoção à Senhora do Pranto no nossa freguesia se deve, pelo menos em boa parte, ao culto prestado à Santíssima Virgem Maria, que, sob a mesma invocação, é titular da igreja e Padroeira da freguesia de Dornes, vizinha terra histórica outrora muito relacionada com Vila de Rei.
 
Como lá, também entre nós o dia tradicional da Festa de Nossa Senhora do Pranto é o dia 15 de Agosto.
 
Até princípios deste século, as festas de S. Sebastião e de Nossa Senhora do Pranto eram as festas mais solenes anualmente celebradas em Vila de Rei. Presentemente estão muito simplificadas devido talvez ao espavento com que começou a celebrar-se, em 1903, a nova festa de Nossa Senhora da Guia (Félix, 1968:315-316).
 
{slider Capela de São José - Boafarinha|blue}
Boafarinha 1Freguesia de Vila de Rei

 

{slider Capela de S. Marcos – Ribeiros|blue}

Ribeiros1Freguesia de Vila de Rei
 

 

Na zona oriental da freguesia, na aldeia dos Ribeiros, em 1962 foi inaugurada a Capela de S. Marcos. Ficou a cerca de meio quilómetro da povoação dos Ribeiros, numa colina revestida de pinhais. Como, apesar das reparações que, decerto, se fizeram por vezes através dos séculos, a Capela se encontrava ultimamente em mau estado, e, por outro lado, não era agradável a viagem a fazer para chegar àquele santuário, resolveram fazer, e fizeram, realmente, uma nova Capela de S. Marcos dentro da povoação dos Ribeiros.
 
(…)
 
A 29 de Julho de 1962, benzeu-a e inaugurou-a solenemente o Exmo. e Reverendíssimo Senhor D. Agostinho Lopes de Moura, Ven.º Bispo da nossa Diocese (Félix, 1968:314-315).

 

 

{slider Capela de S. Sebastião – Vale da Urra|blue}
Sao Sebastiao 1Freguesia de Vila de Rei

 

Até meados do século corrente não houve, na freguesia do Peso, nenhum santuário além da igreja paroquial. Construiu-se então uma capela pequenina no Vale da Urra Fundeiro, povoação que só em 1924 passara, com mais três povoações vizinhas, da freguesia de Vila de Rei para a de S. João do Peso. A ideia desta Capela foi de D. Mateus de Oliveira Xavier, Patriarca das Índias, e de seu irmão, Monsenhor Sebastião de Oliveira Xavier, que deixou a importância bastante para construir a capelinha dedicada a S. Sebastião. Desejou-se, assim, assinalar a terra da naturalidade da «Família Xavier» (Félix, 1968:328).

 

{slider Capela de Santo António - Cabecinha|blue}

Cabecinha 2Freguesia de Vila de Rei

 

{slider Capela de S. Martinho|blue}

Freguesia de Vila de Rei

 

Devido talvez à influência dos bispos franceses que pastorearam as nossas dioceses nos primeiros tempos da nacionalidade, floresceu sempre em Portugal a devoção a S. Martinho. Vila de Rei, centro do país, tinha de marcar também a devoção ao Santo Bispo de Tours. Daí a ideia da Capela de S. Martinho. É bastante antiga. Atribui-se a sua fundação a uma senhora do Vilar, nos fins do século XVII ou princípios do seguinte. Está situada junto do Vilar a três ou quatro quilómetros de Vila de Rei. (…)

 
Não tem grande valor artístico; mas é das maiores da freguesia, servindo a população de cerca de duas dezenas de povoações (Félix, 1968:312).
 
{slider Capela do «Menino Deus» - Trutas|blue}
 
Menino Jesus Trutas 2Freguesia de Vila de Rei

 

Também na zona oeste da freguesia, mas mais perto do rio Zêzere, existe a pequenina «Capela do Menino Deus» no meio do casal das Trutas, uma das maiores e mais antigas povoações do termo de Vila de Rei. Deve ser dos mais velhinhos santuários da freguesia. Continuando a ser pequena, tem, no entanto, sido reparada várias vezes (Félix, 1968:312-313).
 
{slider Capela do Aivado|blue}
Aivado 1Freguesia de Vila de Rei

 

{slider  Capela do Cristo Rei – Relva|blue}

Cristo Rei 3Freguesia de Vila de Rei

 

 
A cerca de dois quilómetros da Melriça e já no fundo da Serra, está situada a povoação da Relva, onde, por volta de 1930, surgiu a ideia de construção de uma Capela. Os trabalhos começaram em 1932 e continuaram nos anos seguintes. A cerimónia de inauguração realizou-se a 28 de Julho de 1936, presidindo ao acto da Bênção, em nome do Prelado Diocesano, Mons. Sebastião de Oliveira Xavier (…).
 
É capela de pequenas dimensões. Embora de aspecto agradável, não é decerto, monumento muito artístico (Félix, 1968:321).

 

{slider Capela dos Borreiros|blue}
Borreiros 1Freguesia de Vila de Rei

 

{slider Capela dos Estevais|blue}

estevais 6Freguesia de Vila de Rei

 

{slider Capela Lagoa e Monte Novo|blue}
Capela lagoa3
Freguesia da Fundada

{/sliders}

Esta página requer cookies para o seu bom funcionamento. Para mais informações consulte a politica de privacidade. Politica de privacidade .

Aceitar utilização de cookies
Politica de cookies