Percursos

Percurso de Pequena Rota Caminho de Xisto de Água Formosa

Caminho Xisto 3
DISTÂNCIA

7,5 Kms – 2h50m

NÍVEL DE DIFICULDADE

Baixo

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DESCRIÇÃO

Percurso circular plano, o Caminho de Xisto de Água Formosa vem aproveitar os antigos trilhos dos moleiros e agricultores, que num passado ainda recente conduziam às azenhas e aos nateiros, marginais às Ribeiras da Galega e da Valada. Neste verdadeiro espaço natural, dadas as características de floresta e afloramentos rochosos de razoável dimensão, podem encontrar-se amieiros, choupos, medronheiros, rosmaninho ou aroeira, entre outras espécies. Este é também um óptimo local para a observação de aves ou o encontro com outros animais, como o emblemático guarda-rios ou o tímido esquilo-vermelho.
Durante o percurso, aproveite bem os pequenos relevos e recantos existentes e usufrua ao máximo de uma natureza que convida à sua contemplação.

Percurso de Pequena Rota - Rota do Bostelim

rota bostelim 2
DISTÂNCIA

9,5 Kms – 3h

NÍVEL DE DIFICULDADE

Baixo

ANEXOS

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DESCRIÇÃO

É já perto do final da Ribeira do Bostelim, na freguesia da Fundada, que se situa um Parque de Campismo Rural e uma Praia Fluvial que ostentam o seu nome. É precisamente neste local que tem início a Rota do Bostelim. Percurso pedestre circular, de pequena rota, que acompanha a margem da ribeira do Bostelim, prolongando-a depois ao longo da Ribeira da Isna, até à centenária Ponte da Várzea Carreira. A proximidade da água, as sombras do arvoredo e os vários pontos de interesse ao longo do percurso, tornam a Rota do Bostelim num percurso pedestre de características únicas.
O visitante encontrará, ao longo das três horas necessárias para percorrer esta pequena rota, diversos e justificados motivos para se relacionar com este maravilhoso espaço natural.

Percurso de Pequena Rota - Trilho das Bufareiras

trilho bufareiras 5
DISTÂNCIA

9 Kms – 3h30m

NÍVEL DE DIFICULDADE

Baixo

ANEXOS

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DESCRIÇÃO

O Trilho das Bufareiras é um percurso pedestre linear de Pequena Rota entre Vila de Rei e a Praia Fluvial do Penedo Furado.

Com o início a passar pelo cruzeiro de Vila de Rei, onde pode desfrutar de uma vista global sobre a sede do concelho, este percurso leva os visitantes por caminhos antigos até à zona das Bufareiras, caracterizada por uma paisagem invulgar resultante do maciço rochoso envolvente onde se encontram várias cascatas.

Este é um dos locais mais emblemáticos e místicos da região e faz parte dos atractivos da Praia Fluvial do Penedo Furado.


Percurso de Pequena Rota - Trilho das Cascatas

Foto 1 cascatas
DISTÂNCIA

10 Kms – 4h

NÍVEL DE DIFICULDADE

Médio/Alto, com desnível acentuado

ANEXOS

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DESCRIÇÃO

Percurso pedestre circular de Pequena Rota, com início e chegada a Vila de Rei. Este trilho efectua-se ao longo da ribeira do Lavadouro, ribeira do Vale Feito e ribeiro da Vila. A natureza dotou generosamente este percurso, ao permitir com os seus caprichos, a formação de várias cascatas nos seus vales rochosos, com recantos e paisagens magníficas.

O facto de apresentar características diferenciadas confere um ambiente muito tranquilo e relaxante a este percurso, envolvido numa paisagem selvagem em que é possível associar o encanto das cascatas com a existência de numerosas aves e uma flora específica.

Percurso de Pequena Rota - Rota das Conheiras

rota conheiras
DISTÂNCIA

10,7 Kms

NÍVEL DE DIFICULDADE

Nível de Dificuldade: Baixo

ANEXOS

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DESCRIÇÃO

Percurso pedestre linear de Pequena Rota, com início na aldeia de Xisto da Água Formosa e chegada ao Penedo Furado. Este trilho efectua-se ao longo da ribeira da Galega, ribeira do Codegoso e ribeira de Codes. Percorrer este trilho é sem dúvida uma viagem no tempo, ao descortinar as fantásticas belezas naturais (provavelmente deixadas desde a Idade do Ferro), que serviram de exploração de frentes mineiras de ouro. Ao longo de todo o percurso avistará vestígios importantes, onde surgem frequentemente amontoados de conhos (seixos) resultantes da exploração de ouro por aluvião, presumivelmente na época romana e anterior.

A Rota das Conheiras possui ainda duas variantes ao seu percurso mais comum, situadas nas redondezas da aldeia de Lousa, que permitem aos seus visitantes observar de perto cinco outras conheiras. Ao percorrer o trajecto comum entre Água Formosa e o Penedo Furado, visitando ainda as duas variantes do percurso, o visitante percorre o total de 15,5 kms.

 

Grande Rota do Zêzere

GRZ
DESCRIÇÃO

A pé, de bicicleta ou de canoa, a Grande Rota do Zêzere, que percorre todo o caudal deste rio desde a nascente, próximo de Manteigas, até à foz, em Constância, que envolve 14 municípios: Figueiró dos Vinhos, Abrantes, Constância, Ferreira do Zêzere, Oleiros, Pampilhosa da Serra, Pedrógão Grande, Sertã, Vila de Rei e Guarda. A estes, juntar-se-iam depois, Covilhã, Fundão, Castanheira de Pêra e Manteigas.

O objectivo é que cada pessoa escolha a forma de se deslocar ao longo de traçados que percorrem 358,5km, com o ponto mais alto a 1454 metros (serra da Lousã) e o ponto mais baixo a 21 metros, podendo inclusive utilizar estações intermodais para trocar a forma como se desloca. Desta forma pode descer o rio em canoa e, a cada albufeira ou barragem, poderá percorrer trilhos a pé ou de bicicleta.

Vila de Rei foi um dos Municípios que deram início a este projecto, sendo que a Grande Rota do Zêzere terá uma extensão de 47 km ao longo do Concelho, percorrendo quase toda a margem da barragem bem como as localidades mais próximas (Vilar do Ruivo, Fernandaires, Alcamim, Zaboeira e Cabecinha), terminando na Praia Fluvial do Penedo Furado.

Grande Rota da Prata e do Ouro

GR Prata e Ouro
 DISTÂNCIA

31 Kms

NÍVEL DE DIFICULDADE

Nível de Dificuldade: Difícil

ANEXOS

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DESCRIÇÃO

Com início no Sardoal ou em Vila de Rei, este percurso linear, com cerca de 28 km no traçado principal, oferece paisagens fantásticas que ficarão na memória de todos. Com algumas dificuldades pontuais plenamente compensadas pela beleza do território, o percurso segue não só por zonas altas e de meia encosta, particularmente ao longo da freguesia de Santiago de Montalegre (Sardoal), como junto às galerias ribeirinhas de cursos de água, no troço entre a Ribeira do Codes e a localidade de Cabecinha (Vila de Rei), local onde se observa um dos mais belos panoramas sobre a Albufeira de Castelo de Bode.

O percurso passa ainda por uma das áreas de maior interesse do Concelho de Vila de Rei – Os Poios – local onde as cascatas, as formações rochosas e a floresta são uma constante.
As características geológicas do território a percorrer são de gênese xistosa e grauváquica, apresentando conglomerados que, pela sua natureza, foram explorados tanto pelo ouro, durante a Idade do Bronze até à ocupação Romana (durante o Século I DC), como pelo estanho e prata (cujos poços de exploração podemos encontrar nas imediações de Santiago de Montalegre), provavelmente durante a Época Romana. Numa parte do percurso de Vila de Rei, podemos encontrar as famosas conheiras, partes integrantes das minas de ouro referidas, que ao contrário de outras minas mais comuns, não necessitavam de ser exploradas em grandes túneis e galerias subterrâneas.
No que toca à flora, podemos referir que as galerias ribeirinhas por onde o percurso passa são de grande beleza, onde se destacam os amieiros, choupos e os salgueiros, em sintonia com outras espécies características da flora mediterrânica, tais como o medronheiro, a murta, a gilbardeira, o pilriteiro, a aroeira, o rosmaninho, a esteva, o sargaço, o estêvão, a giesta e a carqueja.
Paralelamente a esta flora, a área circundante apresenta ainda um conjunto de vegetação associada a afloramentos rochosos de notável dimensão. Apesar de ambos concelhos serem sobretudo de natureza florestal, onde a presença do pinheiro bravo e do eucalipto é notória, ainda é possível encontrar manchas de sobreiros e carvalhos, espécies que eram mais abundantes até meados do século passado.
Em termos de fauna, a avifauna é sem margem de dúvidas a mais abundante, onde destacamos o guarda-rios, o milhafre-preto, diversas espécies de garças, o corvo-marinho, que encontrou sobretudo na barragem de Castelo de Bode um habitat para viver, e algumas espécies particulares, tais como um discreto casal de cegonhas-pretas que nidificam na zona da Ribeira do Codes e outro casal de águias de Bonelli que de vez em quando se avistam em voos de caça. Contudo podemos avistar outros animais, como o caso do tímido esquilo vermelho e da lontra, nas Ribeiras do Codes e de Andreus.
Qualquer que tenha sido o sentido do percurso tomado, à chegada, é natural que o cansaço se faça sentir, mas a satisfação e a riqueza da experiência vivida compensará tudo o resto, não fosse esta a Grande Rota da Prata e do Ouro.

Marginal à Albufeira de Castelo do Bode

marginal albufeira

Com um total de cerca de 35 Km de margem perante a Albufeira de Castelo do Bode, encontrará vales profundos, serras altaneiras, quedas de água deslumbrantes, enormes conheiras testemunho de explorações auríferas do tempo dos romanos, aldeias típicas, praias fluviais em ambiente de eleição, gastronomia rica e tradicional, ar puro, energia positiva e simpatia das gentes. De saída de Vila de Rei e passando as localidades de Fundada e Vilar do Ruivo, entrará na Estrada Marginal à Albufeira de Castelo de Bode em Fernandaires.

Poderá apreciar uma magnífica paisagem ao longo do percurso que o levará até ao desvio para Isna Velha, local onde poderá observar as ruínas da antiga povoação da Isna, quando o nível das águas da Albufeira está baixo. Nessa mesma estrada pode ir até à povoação de Zaboeira e comprovar a especialidade da nossa gastronomia, provando o nosso achigã.

Tem ainda diversos estradões florestais que contemplam toda a albufeira de Castelo do Bode desde a zona oeste à zona sul do Concelho.

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